Paraty é Patrimônio Mundial da UNESCO — pedras brancas, casinhas coloridas e um centro histórico que fica fechado para carros. As pousadas boutique aqui têm personalidade única. E nas brechas de agenda, até as mais exclusivas ficam com preços acessíveis.
Ficar no centro histórico é a experiência mais autêntica — acordar com o centro sem carros é mágico. Para resorts com piscina e estrutura completa, os hotéis na saída da cidade (como o Pousada do Sandi) são melhores.
A FLIP (Festival Literário Internacional de Paraty) em julho é a principal alta temporada. Durante esse período, não há brechas de agenda. Mas em março, abril e setembro aparecem ofertas incríveis.
Paraty tem a melhor cachaça artesanal do Brasil — a Cachaçaria Paratiana. Os passeios de barco pelas ilhas são imperdíveis. A gastronomia local, com frutos do mar e influência caiçara, está entre as melhores do interior do RJ.
Abril a junho e setembro a novembro — clima seco, eventos culturais e preços menores. Julho é a FLIP (festa do livro) — lotado.
As ruas de pedra irregular são a atração — hotéis dentro do centro cobram mais, mas valem para a experiência de acordar na história.
A 25km, tem praias desertas e a famosa Pouso da Cajaíba. Perfeito para quem quer sossego fora do centro.
A Festa Literária de Paraty (julho) é um dos maiores eventos culturais da América Latina — hotéis lotam com meses de antecedência.
Paraty tem pousadas históricas dentro do sítio tombado, ecopousadas na mata e hotéis fazenda com acesso a praias privativas.
O centro histórico de Paraty é tombado — há poucos hotéis dentro das pedras irregulares. Os melhores ficam com lista de espera.